terça-feira, 13 de janeiro de 2009

... o rapaz acendeu o cigarro na boca de Popimpong e ela, feliz sentou-se novamente. A viagem seguiu, e seu pescoço já doia pelo fato de ficar virada, observando cada movimento do rapaz. Chegando na capital, Popimpong pegou sua mochila, colocou nas costas e partiu rumo ao aeroporto. Uma cidade encantadora, aos olhos daquela menina que passava seus dias sob uma paisagem agrária. Prédios, carros, lojas, luzes, tudo aquilo agradava Popimpong.
Próximo a estação de metrô Popimpong é parada por uma cigana. Uma senhora de cabelos longos e brancos. Popimpong nunca havia visto uma cigana, colocou sua mochila no chão e deu ouvidos a senhora. "Soy capaz de leer tu fortuna" diz a cigana sussurrando em seu ouvido. "Con 5 el dinero puede contar sobre su futuro" Popimpong não pensou meia vez e foi abrindo a carteira. Acreditava fielmente que aquela sábia senhora poderia saber sobre todo o seu futuro. Entregou o dinheiro para a senhora que mandou-a estender a mão direita e fechar os olhos. Em apenas dois minutos a multidão avistava Popimpong sozinha, de olhos fechados e mão aberta. Sem mochila, sem dinheiro, sem o seu futuroe óbviamente, sem a cigana...

5 comentários:

  1. Coitada da Popinpomg...
    dfasdhfiuashfiuhasdfuiahdsfa

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  2. kkkkkkkkkk...sien comentereichon....rs

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  3. até que a cigana cobrou barato.. geralmente elas metem a faca..

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  4. meu senhor!! qta imaginaçaoo!!! eh isso ai amiga...pompinpong apavorando!!
    hauahauahuahauahauahauha

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  5. mas ai Popimpong enxergou o moço que lhe deu o cigarro e correu gritando:"moço! moço!" já quase sem fôlego de tanto correr, chorar e gritar, ela finalmente alcança o rapaz, que continuava em passos rápidos enquanto ela, esbaforida do seu lado tentava contar o que lhe tinha acontecido. E ele, riu inonicamente, e pensou: 'quanta ingenuidade'.

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