quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Nascida e criada em um pequeno país Popimpong já viveu dias de glória e tristeza.Desde pequena trabalhou duro em plantações (que não citaremos), sempre uma vencedora, trabalhando duro, mal alimentada, subnutrida, um sofrimento sem tamanho.Acordava todos os dias muito, muito, cedo. Alimentava os porcos, resgatava as galinhas que haviam fugido do galinheiro, tirava o leite da vaca e penteava a crina do cavalo que adorava lhe dar coices matinais. Todas as manhãs Popimpong pensava " Buesta de vida." e assim, os dias iam se passando. Dia após dia, porco, cavalo, vaca e galinha.O pai de Popimpong, um transportador de mercadoria ilícita anão que quase nunca estava em casa (por conta de suas viagens) ao ver sua filha em estado lastimável de tristeza propõem que ela mude de vida radicalmente, começando por um país novo.A menina (já moça) enche os olhos de brilho e no mesmo instante arruma suas malas. O pai, tira uma quantia em dinheiro (fruto do mercado ilícito) e diz à filha. " Hija , aquí lo tiene el dinero. Él vaya Y él esté alegre" abraçou sua filha e ao soltá-la olhou diretamente no âmago do ser dos seus olhos e alertou: " Hacía no uso farmacia hacía no venta el cuerpo , hacía no material Y hacía no Robaba".A menina partiu...

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