sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

...Pronto. Popimpong não podia contar com ninguem. Apenas com a sua própria sorte. E que sorte heim. Seguiu o caminho contrário do rapaz, procurando uma saída. Pensava em como arrumar dinheiro. Já estava com fome, cansada. Agora teria que ficar um tempo na capital, os planos da viagem estão sendo adiados, mas Popimpong resolve não desistir. Qualquer coisa é melhor que aquela vida rural.
É tarde, aproximadamente 19:00h Popimpong decide sentar-se embaixo da porta de uma loja, enquanto o céu desaba gotas sob seu rosto.
Lá sentada, esperando, pensando no tudo e no nada, vê de longe a sombra de uma pessoa caminhando. Continua ali parada, já tinha perdido a esperança de receber a ajuda de alguem. Começa a escutar a pessoa se aproximando, correndo e quando Popimpong vira, vê a cigana correndo, fugindo da chuva. Popimpong corre atrás dela e segura a senhora pelo braço. "Quiero mis cosas!!!!" grita Popimpong. A senhora tenta se desprender da moça, mas não consegue. Com dois minutos Popimpong já havia retirado a mochila da senhora, e ainda mais um dinheiro que ela carregava em uma bolsinha de tricô.
Pronto, estava tudo resolvido. Sorrindo, Popimpong deixa a cigana no chão, e banhando-se com chuva, segue a procura de um restaurante.
"Una cerveza fría y una pasta con salsa de tomate!" Popimpong só queria pensar em esquecer o dia de hoje. Jantou, deliciando-se ao molho de tomates frescos. Continuou no restaurante. "Un wisky, un martini, una copa de vino, un tequila..."

2 comentários:

  1. MAIS AH....AGORA O BICHO PEGA.....DAONDE ESSA INSPIRAÇÃO TODA...VC NEM BEBE........NEM SEUS AMIGOS......POPIMPONG TOCANDO O TERROR...HIHI =)

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  2. essa ultima parte me lembrou alguém....
    quem????

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